UFRJ

Livros digitais

Sinopse

Edição: Editora Navegando

Ano: 2017

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Sinopse

Reunião de 20 textos de professores e pesquisadores de universidades públicas brasileiras refletem, discutem e fazem propostas em torno a regulamentação da lei 13006/14, que obriga às escolas brasileiras a projetar no mínimo duas horas de cinema nacional por mês como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola.

Edição: UNIVERSO/ Belo Horizonte

Ano: 2015

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Sinopse

Conjunto de reflexões sobre a potência do cinema na escola, no hospital -no horário escolar e da própria educação quando é atravessada pelo gesto ético, estético e político das artes. Algumas relações com a política, o currículo, a formação docente, as possibilidades de construir pontos de vista e de escuta a partir da experiência do cinema. Nos últimos textos, apresentamos propostas de realização com atividades audiovisuais com inspiração no cinema e uma seleção de 50 curtas para infância.

Edição: CINEAD/LECAV/FE/UFRJ

Ano: 2013

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Sinopse

Conjunto de jogos ópticos pesquisados durante o estágio de duas bolsistas de Iniciação Ceintífica de Ensino Médio e um voluntário (2012), todos estudantes do Colégio Pedro II, apresentados de um modo amigável, para professores e estudantes brincar e aprender questões de física e arte a propósito de conhecer sobre os primórdios do cinema.

Edição: CINEAD/LECAV/FE/UFRJ

Ano: 2012

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Sinopse

A coletânea apresenta um grupo de artigos produzidos por professores e pesquisadores brasileiros, portugueses e espanhóis sobre as relações das criancas e jovens com as mídias, políticas públicas, formação docente e propostas curriculares e panoramas de práticas em cada país.

"Adriana Fresquet, na seção brasileira, também toca o tema da inclusão, ao convidar crianças hospitalizadas, cegas e surdas para compor oficinas de cinema." - Ilana Ileá

Edição: University of Gothenburg (Suécia)

Ano: 2014

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Sinopse

O texto resulta do trabalho de pesquisa desenvolvido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Política Educacional e Trabalho (GEPETO), sediado na UFSC e coordenado pelas professoras Eneida Shiroma e Rosalba Cardoso Garcia.

Edição: Junqueira&MarinEditores

Ano: 2017

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Sinopse

A Fundação Vale firmou parceria com a Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para o desenvolvimento de um curso de gestão escolar voltado aos diretores da rede pública do município de Mangaratiba (RJ), no âmbito do Projeto Formando Capacidades e Promovendo o Desenvolvimento Territorial Integrado: Sistematização da Experiência da Fundação Vale, em cooperação com a UNESCO. O curso teve 96 horas de duração, e os profissionais que tiveram mais do que 75% de presença receberam um certificado de curso de extensão da UFRJ. A presente publicação, organizada pela professora Daniela Patti do Amaral, é fruto dessa parceria e surgiu da necessidade de se compartilhar os temas debatidos no curso com outros gestores escolares, de modo a ampliar a discussão sobre a importância da gestão democrática das escolas. O objetivo dessa publicação é contribuir para que os gestores aprimorem suas práticas, desenvolvendo estratégias que conduzam à construção de uma escola pública mais acolhedora, democrática e participativa. O livro conta com textos dos professores da FE Armando C. Arosa, Daniela Patti do Amaral, Silvina Julia Fernández e Amilcar Araujo Pereira.

Edição: Fundação Vale

Ano: 2015

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Sinopse

O livro História e Educação na Amazônia se apresenta como um amplo painel da educação na Amazônia, construído em perspectiva histórica por um conjunto de trinta e sete estudiosos da questão educacional. Seu fio condutor são os fenômenos relacionados aos aspectos historiográficos e educacionais da região Amazônica, principalmente no que se refere a seus processos de relações étnicas, das instituições educacionais, do surgimento e desenvolvimento dos ideais da escola nova, dos grupos escolares e das escolas reunidas e também da formação de professores e das políticas educacionais. O livro está dividido em cinco eixos: I - Relações Étnico Raciais e Educação na Amazônia, II - História das Instituições Educacionais na Amazônia, III - A Escola Nova na Amazônia, IV - Grupos Escolares e Escolas Reunidas na Amazônia e V - Formação de Professores e Política Educacional na Amazônia.


Edição: Editora da Universidade Federal do Amazonas/UEA/FAMPEAM

Ano: 2016

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Sinopse

O livro A institucionalização de crianças no Brasil: percurso histórico e desafios do presente focaliza a trajetória histórica desde o século XVIII de instituições do tipo internato de menores, visando a assistência e a educação de crianças pobres, fossem elas abandonadas, órfãs, indígenas ou negras. A análise da documentação histórica sobre a assistência à infância dos séculos XIX e XX revela que crianças nascidas em situação de pobreza e/ou em famílias com dificuldades de criarem seus filhos tinham um destino quase certo quando buscavam apoio do Estado: o de serem encaminhadas para instituições como se fossem órfãs ou abandonadas.


Edição: Editora PUC-Rio/CIESPI/UNICEF

Ano: 2004

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Sinopse

Misto de tese e ensaio, este livro se encontra no cruzamento da Sociologia com a História, com foco no campo educacional no Brasil, particularmente em seu processo de autonomização do campo religioso. Ele analisa a formação da primeira onda laica, que se formou junto com o Estado Nacional e culminou na legislação do governo provisório republicano e na Constituição de 1891. São duas as questões principais abordadas no livro. (i) Como foi que a Constituição de 1891 conseguiu determinar a laicidade do ensino público num país onde, durante quatro séculos, a Igreja Católica foi uma instituição imbricada politicamente no Estado. (ii) Como foi que a laicidade, depois de instituída, recuou, e o Ensino Religioso voltou às escolas públicas. O livro traz respostas para a primeira questão (o autor identificou a lenta formação, durante o Império, de uma concepção de educação laica, chamada de leiga, e a promulgação de medidas parciais, que, paulatinamente, reduziram a presença da religião oficial nas instituições públicas de educação); e encaminha as da segunda questão (a forma peculiar de separação Estado-Igreja Católica no Brasil republicano criou condições para uma política de colaboração recíproca bem antes da Constituição de 1934, onde essa expressão foi ”consagrada”).


Edição: do Autor

Ano: 2017

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Sinopse

O texto focaliza os avanços do processo de secularização da cultura no Brasil, nas últimas décadas, e a incorporação de demandas secularizantes pelo Estado, especialmente nos governos Lula e Dilma. Em reação a esse processo, o texto assinala os movimentos sociais e parlamentares de contenção de tais demandas, particularmente (i) o estabelecimento de privilégios para instituições religiosas; (ii) restrições a mudanças nos padrões de família, de descriminalização do aborto e dissolução dos estigmas incidentes sobre a população LGBTT; e (iii) controle político-ideológico de professores sob o lema escola sem partido. Sem se deterem na contenção do processo de secularização, tais movimentos e projetos se desdobram em projetos parlamentares e medidas governamentais de imposição, com destaque para a educação moral e cívica e a religião na escola pública, configurando um projeto reacionário de educação. A conclusão do texto é que esse projeto foi potencializado pelo golpe de Estado de 2016, contra o qual há protagonistas em luta dentro e fora do campo educacional, para quem a laicidade do Estado precisa avançar para sintonizar-se com a secularização da cultura, no rumo da construção de uma sociedade democrática.


Edição: do Autor

Ano: 2016

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Sinopse

Livro organizado pelas professoras Rejane Maria de Almeida Amorim e Ligia Karam Corrêa de Magalhães.

Edição: 1ª

Ano: 2015

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Sinopse

Este livro apresenta as conclusões de uma pesquisa desenvolvida pela autora, com apoio da FAPERJ (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) sobre os fatores que influenciam as escolhas e expectativas de alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio Estadual Pedro Aleixo, localizado no bairro da Cidade de Deus, Rio de Janeiro. Esta região é conhecida por baixos indicadores de desenvolvimento humano e baixo nível educacional de sua população. A grande maioria dos estudantes se autoidentificam como pretos ou pardos. O texto discute em que medida os estudantes têm informação sobre as políticas de ação afirmativa que ampliam o acesso ao ensino superior e se a informação sobre as mesmas possibilita a estes estudantes considerar o ensino superior no seu horizonte de possibilidades futuras.

Edição: 1ª

Ano: 2013

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Sinopse

Esta publicação reúne textos de pesquisas que trabalham com a entrevista em diferentes contextos e com enfoques bem específicos. Em todos os capítulos, a entrevista é estudada como um evento interacional em que os participantes utilizam elementos discursivos diversos a fim de criar e manter a interação social. O foco de análise recai sobre como a fala é construída em entrevista, o que possibilita a compreensão, entre outros elementos, de como as pessoas produzem avaliações sobre o mundo e como gerenciam suas identidades sociais em contextos de entrevista específicos. O gerenciamento de identidades sociais nesse contexto é visto como um processo colaborativo entre entrevistador e entrevistado, entre a formulação de perguntas e respostas. Os investigadores trabalham com a percepção de que o evento de entrevista é um evento interacional no qual as pessoas articulam a produção de identidades sociais.

Edição: 1ª

Ano: 2013

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