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ATIVIDADES

Projetos de Pesquisa


Integrante
Maria Judith Sucupira da Costa Lins

Status: em andamento

RESUMO
Nos currículos escolares o ensino/aprendizagem da ética se organiza de diferentes modos. Hipótese: é possível ensinar/aprender ética sob variados modelos curriculares. Diferentes currículos promovem ensino/aprendizagem da ética. Objetivos: 1. Observar a organização do processo de ensino/aprendizagem da ética e a presença nos currículos de diferentes escolas, no Brasil e no exterior. 2. Identificar a aprendizagem da ética em alunos das quatro primeiras séries do Ensino Fundamental. Partimos da descrição da evolução moral segundo Piaget que oferece a base da estrutura mental do aluno referente à ética e de estudos de Lawrence Kohlberg para constituir a fundamentação teórica desta pesquisa. A base filosófica é a obra de Alasdair MacIntyre. São 7 escolas: 2 particulares, leigas, no município do Rio de Janeiro, 1 pública no município do Rio de Janeiro; 1 particular, leiga em Mesquita, RJ; 1 particular leiga em Duque de Caxias, RJ; 1 particular, leiga em Recife, PE; 1 particular, religiosa em Shaker Heigths, OH, USA.

Integrante
Renato José de Oliveira

Status: em andamento

RESUMO
A presente pesquisa tem por objetivos centrais investigar, entre os alunos das diversas licenciaturas da UFRJ, em que medida a formação que recebem contempla discussões acerca de problemas éticos/morais e se essas discussões são balizadas por um enfoque laico ou não. A Faculdade de Educação, unidade responsável pela formação pedagógica dos licenciandos na UFRJ, atende, anualmente, no município do Rio de Janeiro, a cerca de 2500 alunos provenientes de diferentes cursos, sendo este contingente a população-alvo da pesquisa. A investigação proposta é um estudo de natureza qualitativa, que busca desenvolver uma abordagem compreensiva ou interpretativa do fenômeno estudado. A opção por esse tipo de pesquisa se deu porque "a abordagem da investigação qualitativa exige que o mundo seja examinado com a idéia de que nada é trivial, que tudo tem potencial para constituir uma pista que nos permita estabelecer uma compreensão mais esclarecedora do nosso objeto de estudo" (BOGDAN & BIKLEN, 1994, p. 49). Tendo em vista o quantitativo que representa a população-alvo e a natureza qualitativa do estudo, a amostragem será definida posteriormente. O instrumento para a coleta de dados será um questionário composto por questões que levem os respondentes a defenderem seus pontos de vista a partir de argumentos que possam ser analisados por meio do método de análise retórica do discurso. Segundo Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996), à diferença dos raciocínios formalizados que têm lugar na lógica e nas ciências matemáticas, as ciências humanas trabalham com raciocínios de natureza não coerciva, isto é, que não impõem a todos as mesmas conclusões necessárias. Tais raciocínios são chamados de retóricos e foram estudados por esses autores a partir de uma teoria da argumentação, também denominada nova retórica. Posteriormente, Meyer (1998, 2005) deu continuidade aos estudos contemporâneos sobre a retórica, buscando ir além do que a teoria da argumentação havia discutido. Para ele, a retórica se constitui em atividade que estuda o modo pelo qual os indivíduos negociam as distâncias existentes entre eles a propósito de uma questão ou problema, sendo permeada pelos consensos e dissensos que espelham a multiplicidade de opiniões e saberes. Uma de suas funções é "sugerir o implícito a partir do explícito" e "descobrir as intenções daquele que fala ou escreve, conseguir atribuir razões para o seu dizer, entre outras coisas através do que é dito" (MEYER, 1998, p. 22). A fim de dimensionar o número adequado de questões a serem propostas aos licenciandos, bem como se os enunciados das mesmas são satisfatórios, um questionário-piloto será aplicado em uma turma no segundo semestre de 2010. Dar-se-á preferência, na aplicação do piloto e na do instrumento definitivo, a turmas formadas por alunos provenientes de diferentes cursos, pois dessa forma não estará sendo privilegiado nenhum segmento particular da universidade.

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